segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Logo ali

Me mudei (temporariamente, espero) para o blog "A Vertigem".

http://www.vertigem-avertigem.blogspot.com/

A temática do blog novo é outra (e qual era a desse aqui? O_0), mas espero que continuem acompanhando.

bjosmefollownotwitter ; )

eu provavelmente volto. xD

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Crescendo normal

Esse post aleatório depois de tanto tempo vai especialmente para todas as crianças que me lêem (ou costumavam ler quando eu tinha a decência de postar uma vez por semana).
Se vocês conseguem achar algum sentido no que eu escrevo (ou costumava escrever), e continuam pedindo por mais, é porque vocês (sim, você aí que, na falta de coisa melhor pra fazer, vem pra cá ler essas tontices) foram bem criados por seus pais!
Ou não.É uma pena mesmo que seus pais não tenham visto esse anúncio antes... Agora é tarde. xD

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Pensando bobagem, here and there

Ouvi parte de uma conversa hoje andando pelo shopping. (Sim, eu presto atenção na conversa alheia, me processe.)
Andando um pouco à minha frente, um garoto disse sério para o outro, da mesma idade (17, 18 anos talvez):
"....aí eu bati minha cabeça no teto do banheiro... foi horrível!"
E eu fiquei pensando com meus botões de onde raios aquilo havia saído. Qual poderia ser o contexto peculiar daquela frase? Eles se afastaram rapidamente e eu fiquei a mercê da minha própria imaginação por alguns minutos. E claro, estaria mentindo se dissesse que cenas de caráter duvidoso não cruzaram minha mente.
Estranho como a vida das outras pessoas parece sempre mais interessante que a nossa. Mais emocionante.
Eu não desejo bater minha cabeça no teto de banheiro algum, que fique claro. Mas estar em uma situação em que haja o risco de bater a cabeça no teto do banheiro, bem... parece bastante tentador.
E eu admiro aqueles que não têm essa necessidade de obter sensações desagradáveis. São pessoas realizadas, mesmo que não percebam isso. Já eu (e tantos outros perdidos e atormentados pela vontade secreta de não ser feliz), preciso do teto do banheiro, preciso ao menos saber que ele está ali.

domingo, 30 de maio de 2010

Odd pleasures

Depois de muito tempo de ócio (criativo e não-criativo), resolvi voltar ao blog, pra ver se ainda sou capaz de escrever mais que duas linhas coerentes sobre minha patética vida (única coisa requisitada no Twitter..... ou não.)

Eu realmente acredito que quanto mais eu twitto, menos eu penso. E isso me preocupa. Por essa razão ( e porque minha amiga Meiry me disse que já ta de saco cheio de vir aqui e não ver atualização nos posts), resolvi deliciá-los, meu adoráveis e i-n-u-m-e-r-á-v-e-i-s leitores, com minhas infindáveis palavras de sabedoria.

Tá. Parei.

O que eu queria mesmo dizer (e sempre perco o foco) é que hoje fui a um evento de anime aqui na cidade vizinha e fiquei pensando em como o pessoal que frequenta esse tipo de convenção é absurdamente fetichista. Sim, o pessoal que frequenta esse tipo de lugar, *tosse* não eu *tosse*.

A começar pela volúpia absurda causada pelas famosas orelhinhas de gato utilizadas com frequencia pelos transeuntes. Orelhas de gato, caudas, coleiras... fantasias e visual exagerado... é praticamente um evento sadomaso light.

Não que isso seja ruim. De forma alguma.

Só estou comentando que é interessante observar esse tipo de comportamento porque, convenhamos, todo comportamento fora dos padrões é como um acidente de carro na rodovia: VOCÊ SIMPLESMENTE NÃO CONSEGUE DESVIAR O OLHAR.

Além de ser simplesmente maravilhoso que outras chamadas "tribos urbanas" costumem frequentar esse tipo de evento apenas por se considerarem aceitas naquele meio de "gente doida", como diz minha mãe. É como se as convenções sociais não se aplicassem ali, e assim vários grupos de pessoas não-aceitas pudessem partilhar um mesmo espaço de liberdade.

E é interessante como esse tipo de prazer é visível na expressão das pessoas que extravasam através do visual. É como um alívio por estar entre seus iguais. Ou talvez um alívio por poder colocar pra fora o estranho ser que habita no interior de cada um de nós. Aquele monstrinho que precisa sair, ou acaba nos sufocando.



Será que faço mal em alimentar meu monstrinho com mais frequencia que a maioria das pessoas?

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Momento Tenso 0.O

Por motivos de força maior, fui à missa na semana passada. Geralmente eu apenas me sento em um banco mais afastado e deixo minha mente viajar sem restrições enquanto o padre fala sobre coisas que eu tenho certeza que já ouvi antes. Penso sobre música, diálogos imaginários e cenas para histórias que eu gostaria de escrever. Me levanto quando os outros se levantam, finjo cantar algum hino religioso e mantenho a cara de paisagem característica de 99% das pessoas que frequentam a igreja.
Eu acredito no poder superior, sim. Só não acho que preciso estar naquele lugar específico para ser ouvida (ou ignorada). De qualquer forma, não é esse o ponto do post.
O ponto é: antes da celebração começar, fui ao banheiro, e para tal, tive que cruzar uma das salas de catequese da paróquia.
Que as divindades asiáticas me acudam!! Foi o deja vù mais obscuro e pavoroso que eu tive em anos!
Eu sempre DE-TES-TEI ir às aulas de catequese! Era o pior martírio que poderiam me impor, me obrigar a passar duas horas semanais dentro daquela salinha, rezando terços e discutindo com outros pré-adolescentes sobre a importância de se ir à missa e participar de TODOS os eventos relacionados à igreja, além de reafirmar a supremacia do catolicismo (ainda que de forma implícita).
Fui caminhando entre as carterias vazias e pensando sobre a ENORME quantia de culpa que os catequistas nos faziam sentir naquela época. E, obviamente, um pequeno episódio me voltou a mente. A fatídica primeira vez em que ouvi a palavra "masturbação". Obviamente eu já sabia o que era, mas nunca havia ouvido alguém "nomear" o ato. Era uma "aula" dedicada à educação sexual, ou algo que o valha... anyway, alguém perguntou o que a palavra significava e a catequista, depois de uma explicação esdrúxula, nos apontou ca-te-go-ri-ca-men-te que aquilo era pecado! PECADO!! e portanto, queimaríamos no fogo do inferno se praticássemos tal ação.(ok, ela não disse com essas extas palavras, mas foi perto o bastante)
Agora visualizemos a cara desses pré-adolescentes, 12,13 anos, ao ouvir tal coisa..
*pausa para visualização*
Culpa.
Culpa estampada nas testas de cada um *inclusive na minha*. Aquele foi com certeza um dos momentos mais tensos da minha juventude. Ah o impacto de se descobrir um pecador...
E eu revivi toda a cena e toda a "sensação" naqueles breves segundos em que cruzava a pequena sala em direção ao banheiro.
Silêncio total na classe.
Acho que o menino Jesus chorou naquela noite. xD

sábado, 16 de janeiro de 2010

Ouvindo pop-rock e me odiando por isso

Alguém por favor diga para meus hormônios adolescentes que eu já não sou mais uma adolescente?

E alguém por favor me diga se é possível ter uma crise de meia-idade aos 22?

Que há mais que uma boa razão para eu não usar mais lacinhos cor-de-rosa na cabeça nem vibrar feito uma tiete diante de um guitarrista atraente de talento duvidoso?

Que já não devo mais assistir desenhos nem me fantasiar de meu personagem favorito pelo puro prazer de adentrar um mundo de ficção e beleza?

Que não devo ansiar pelo ócio e pela música, como se fossem as coisas mais interessantes do mundo?

Que a individualidade é uma ilusão?

Alguém por favor me diga... que eu não devo mais me importar... com tudo aquilo que eu amo?

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Algumas palavras de sabedoria (ou não.)

... antes que o ano termine:

Eu mal vi esse ano passar. Sério. Foi um ano relativamente tranqüilo (com exceção do último mês) e não posso dizer que será memorável nem nada do tipo. Não tive epifanias nem choques muito bruscos que me fizeram repensar a vida ou refletir sobre inutilidades existenciais. Ok, em um momento ou outro, confesso que senti a amargura da rejeição e falta de confiança que, por vezes, me ronda a mente. Mas nada que diferenciasse esse de qualquer ano anterior.
E como em todos os outros anos, eu não deixei de observar as pessoas à minha volta. Suas ações e seu comportamento. Não, eu não faço isso para julgá-las, porque se me propusesse a tal, teria que julgar a mim mesma, e não me sinto apta nem disposta a nenhuma dessas tarefas. Eu gosto de observar as pessoas pela capacidade que elas têm de se mostrarem tão fascinantes e surpreendentes (para o bem e para o mal). E principalmente, gosto de observá-las pra me encontrar nelas, em suas idéias e opiniões, suas revoltas e suas paixões, e em sua futilidade e ignorância. E tentar fazer algo a respeito.
Não gosto de pensar que me defino pelo que os outros pensam de mim, mas pelo que eu espero deles, observando as características boas e más de cada um e tentando incorporá-las ou rejeitá-las em minhas próprias atitudes. Em geral meus colegas e amigos me constituem mais, porque essas são as pessoas a quem me atenho mais tempo observando.
Observo, por exemplo, os que são simplesmente maníacos por análise, completamente incapazes de discutir uma cor de esmalte em toda sua frivolidade. E aprendo com eles. Aprendo também com os meus colegas insatisfeitos e reclamões, e os admiro por sua capacidade de adaptação mesmo conscientes (extremamente conscientes) da insignificância da aprovação alheia. Percebo amigos meus aceitando quietos suas obrigações, mas também os vejo lutando quietos por seus objetivos pessoais, sem alarde. E os respeito muito por isso. Observo os que são capazes de encontrar alegria e satisfação plenas em pequenos prazeres culposos. E os felicito. Os que mentem bem. Os que mentem mal. Os ausentes e fiéis. Os presentes e preconceituosos. Os virtuais, em toda sua magnitude e mistério, compartilhando seus conhecimentos e impressões sobre tudo e sobre nada.
Observo porque assim convivo melhor. Com cada um levando consigo uma parte de mim, enquanto eu levo comigo uma parte deles, mesmo que incoscientemente, mesmo que conformada. Cada um sendo exatamente quem é. O que nem sempre me agrada. Cada um me fazendo questionar o bom e o ruim a cada dia. Mudando minha concepção de belo e desprezível, de certo e de errado. A cada ano.

Feliz 2010 a vocês.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

*testando* 1,2,3... FIRE!

Alô? ALÔ?! Tem alguém aí? O.o


Essa coisa aqui ainda funciona depois do equivalmente a "46 anos sem postar" considerando a medida de frequência padrão do ambiente virtual, que é, pelo menos, uma postagem por semana?


Eu espero que sim... porque eu estava realmente afim de mandar esse blog para o quinto dos infernos... mas depois parei, refleti, ponderei e resolvi que...nha... vou voltar a escrever. To precisando de uma válvula de escape e essas humildes palavras que vos são dirigidas (neah, isso não ta gramaticalmente correto) ainda são a melhor opção pra mim.

Então blablablabla... mimimimi.....


I'M BACK, BABY. AND YOU'RE MAKIN' ME HORNY.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Selfish Love ;)

Uma boa amiga me disse uma vez:


Você não pode concentrar a razão de toda sua felicidade nos outros, nem mesmo nos seus amigos, porque se você perde essas pessoas, e isso pode acontecer, você perde tudo.


O que você precisa é encontrar motivos de satisfação na única pessoa que nunca vai te deixar.


Minha meta oficial a partir de agora: encontrar satisfação em mim mesma.

(uh...that sounded kinda dirty...)



Maybe cos' it is.


>> Essa amiga nunca vai ler isso aqui, mas vou agradecê-la mesmo assim. Obrigada, querida. Eu acho que você é mais forte que todos nós. XD

domingo, 18 de outubro de 2009

Dead Girl

Às vezes me pego pensando nas milhares de possibilidades que a internet nos traz. Principalmente a possibilidade de ser uma pessoa totalmente diferente do que somos na “vida real”.
Ok, ok... o que é “real”, não é mesmo? Bem...eu tenho uma leve idéia. “Real” é aquilo que nós temos que enfrentar quando nos olhamos no patético espelho do banheiro e nos sentimos tristes ou frustrados diante de nosso próprio reflexo. A realidade é o controle que não temos, é o imprevisível assustador que nos empurra pra lá e pra cá feito marionetes em direção aos deveres e responsabilidades da vida adulta: tudo aquilo que não queremos fazer e ser, mas somos obrigados. E é nesse momento, quando encaramos o real, é que mais nos sentimos sós, como se ninguém no universo inteiro desse a mínima para nossas dúvidas, temores e tristezas.
É aí que eu me pergunto, o que alguém, o que você seria capaz de fazer para apaziguar esse sentimento de abandono tão doloroso? Tão vergonhosamente doloroso? A que ponto chegaria? Você se agarraria a qualquer possibilidade de amor e atenção que lhe fosse apresentada? E se junto a essa possibilidade de ser amado e respeitado, a sensação de poder se mostrasse tão palpável que fosse simplesmente impossível dizer 'não'? O que você faria?
Muito difícil responder a essas perguntas sem as opções de apaziguamento devidamente apresentadas, não é mesmo?
Bem... é exatamente essa a situação a que dois adolescentes são expostos no bizarro (e ainda assim, brilhante) filme de 2008 “Dead girl”, que obviamente não chegou aos cinemas brasileiros, como quase tudo que é inovador e interessante, mesmo sendo absurdamente trash e imoralmente ousado. Retrato fiel da nossa geração, sem sombra de dúvidas.
Dois garotos encontram uma garota zumbi em um hospital psiquiátrico abandonado, como manda o clichê. E então, o que fazer? Correr? Provavelmente... Mas e se a garota em questão estiver amarrada e mais importante ainda...completamente nua? E os dois garotos em questão forem perfeitos exemplos de juventude negligenciada pelos pais e totalmente ignorada e/ou abusada pelos considerados “jovens normais” que habitam o pesadelo sem fim chamado “colegial”? Como agir então... nessas circunstâncias tão peculiares?
É exatamente esse argumento (ou desculpa) não-dita o que leva os dois adolescentes a "manter" a garota meio-morta, cujo corpo já apresenta sinais de decomposição, como escrava sexual por tempo indeterminado durante as quase duas horas de filme. Como uma forma (talvez a única) de exercer a dominação que não lhes é permitida fora dos muros do hospital abandonado, o mundo real.
Chocante? Por incrível que pareça, nem tanto. De todos os filmes teens já assistidos pela minha pessoa (e foram muitos, acreditem) nunca me deparei com um que retratasse tão bem a necessidade dos jovens de hoje de buscarem válvulas de escape para suas frustrações, através de fugas para lugares no mínimo duvidosos, sem qualquer preocupação moral.
Apesar de em momento algum um mísero computador aparecer durante o filme, é simplesmente inegável a relação que podemos estabelecer entre esses dois adolescentes e a “garota morta” quando comparados com a relação pouco saudável que criamos com os universos virtuais a que a internet nos possibilita. Sermos outra pessoa, e mais importante, uma pessoa com poder, parece ser o objetivo principal no ambiente virtual, totalmente dominado por esses jovens, sem censura ou guia. Um pouco assustador, mas um retrato totalmente fiel do nosso desprezo pelos valores estabelecidos por nossos pais. E mesmo já não sendo mais uma adolescente, é estranho que eu ainda consiga sentir isso de maneira tão intensa.
Nossa geração é necessitada, essa foi a conclusão a que cheguei com “Dead girl”. Necessitada de atenção; egocêntrica e completamente desprovida de bom senso. Mas que adolescente não é? Você pode me perguntar. Esse egocentrismo de fato parece característica principal na vida de praticamente todos os jovens, independente da época em que nasceram. A diferença, porém, ao meu ver, está na forma como lidamos com essa carência e com o vazio e a frustração que a realidade nos traz na era da tecnologia e informação.
Nós somos a geração que estupra garotas zumbis pra se sentir melhor. E alguém acabou de se dar conta disso.

"Down here, we have the power..."

PS: obviamente que quem encontrou esse filme bizarro pela net foi a Patrícia, ela é um imã de coisas estranhas... hasuahsuhasuahs adoro. XD

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Miyavi - Live 13/10/09 - São Paulo

VI A BEESHA LOKA DEEVA DE PERTOOOOOO!!!!!!!!!!!!



>> risca da lista de "Coisas a fazer antes de morrer".

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Babies, don't you panic!

Hoje eu acordei com vontade de bater em alguém! Socar a cara do primeiro que me dissesse 'bom dia'.

NÃO É A PORRA DE UM BOM DIA! O CÉU TÁ CINZA, O TEMPO TÁ QUENTE, O REFRIGERANTE ACABOU E EU TÔ ME SENTINDO FEIA!!
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Se eu fosse o Dr. Frank 'n' Furter, poderia construir um j-rocker só pra mim....*tosse* ....pra aliviar minha...*tosse* tensão.... e acabar com meu mau-humor... antes que ele acabe comigo.
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Meias 7/8 *em mim ou no j-rocker em questão* também fariam com que eu me sentisse melhor... (meu coração crossdresser hurra de antecipação diante dessas possibilidades remotas).
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Oras... uma garota tem o direito (e o dever) de sonhar!


TÉDIOOOO.....CAN YOU SHOW ME YOUR LATEST OBSESSION?

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Melancolia da madrugada


- É estranho.... que as estrelas pareçam tão bonitas...mesmo eu estando tão triste...

- Elas não enxergam nada...olhando pra baixo lá de cima... nós não passamos de minúsculos grãos de areia...

Samurai Champloo


Me emociona profundamente toda vez que assisto, e toda vez que escuto essa passagem em particular (incluindo esse exato momento *2 e 15 da manhã*)... e é razão o bastante para que eu a indique...

Uma série de animação de sensibilidade absurda...

Mais que recomendada.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

"Forever, my sensei"

E já que eu estou me sentindo apta a falar sobre meus ídolos *sentimentalismo e carência mode on*, resolvi fazer uma singela homenagem aqui no blog para aquele que me ensinou muito em minhas tardes produtivas em frente a TV. Thank you, Globo. XD


Pat Morita - o eterno Sr. Miyagi, de Karate Kid (I, II, III....e ahn...ok....IV)



Daniel-san: "Você consegue partir um tronco ao meio como ele?"
Sr. Miyagi: "Não sei...nunca fui atacado por um tronco."


A frase do título do post foi dita por Ralph Macchio (aka: Daniel-san) na ocasião do enterro de Morita, em 2005.

E faço das dele palavras minhas. O Sr. Miyagi foi o melhor professor que eu já tive até hoje, porque me ensinou valores que levarei pra vida.


Pra sempre, meu sensei.

domingo, 13 de setembro de 2009

E lá vai ela falar de Rocky de novo.....

Quem me conhece sabe (e quem não me conhece fica sabendo agora) que Rocky Balboa é o meu exemplo supremo de força e determinação. E obviamente que não estou me referindo à sua força física, mas à sua força de caráter.

Nenhum personagem ficcional me incentiva tanto a ser uma pessoa melhor quanto ele. Quando me sinto desanimada e sem rumo (e isso acontece com mais freqüência que o considerado "saudável") e principalmente, quando sinto medo do futuro, eu páro por um segundo e penso no que Rocky faria.
*Conselho de buteco mode on*....ok....

E o engraçado é que eu nem preciso pensar muito, porque eu sei exatamente o que ele faria. Rocky enfrentaria o problema, fosse ele qual fosse, mesmo que estivesse aterrorizado. Mesmo que a desistência parecesse o caminho mais sensato e seguro e ninguém o estivesse julgando a não ser ele próprio.

E eu só preciso assistir à saga do lutador pra recordar o quanto eu almejo essa força. Essa força que vem do medo e da plena consciência de que temos, sim, que provar algo pra nós mesmos. Porque no fim das contas, nós somos a única pessoa com quem temos que conviver, sem alternativa ou escapatória.

Filosofia de rodoviária, oi... mas quer saber? Foda-se!

O que eu mais desejo na vida é ser tão boa lutadora quanto Rocky Balboa e olhar pro meu adversário sem hesitar, gritando a plenos pulmões, mas com um tom firme, que as coisas não são tão ruins assim... mesmo que elas sejam.
E acima de tudo, o que eu desejo é ter orgulho de mim mesma no fim do dia, por ter feito o que eu sei que é certo.



"I'm crazy? It may be so...but I ain't breathin' heavy." (Rocky III)

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Eu e meu vício alternativo XD

Há uma linha muito tênue entre ruim e alternativo. E eu sempre fico em dúvida quando se trata de Oasis, por exemplo. Segunda vez que falo deles nesse blog, e poderia até falar mais. Eles me irritam pacas.

Toda vez que assito TVZ no Multishow *MTV já deu o que tinha que dar há tempos*, me sobe aquela vontade insana de descer a lenha em tudo quanto é banda metida a indie que aparece por aí. E quando elas entram no top 5 do dia então....aiiiinnn. #_#

Mas sabe o que acontece? Vou explicar minha dor e meu sofrimento. Eu sou uma pessoa que tem fé no bom senso da humanidade, e se recusa a acreditar que as pessoas de fato escolham as melhores músicas pra esse posto! Tem que ser jogada de marketing pra divulgação, e nada mais que isso. Tem que ser, ou me mato aqui e agora..

E bem, eu gosto de pensar que tenho pelo menos uma noção básica do que pode ser considerado um alternativo de boa qualidade. E vamos combinar que o videoclipe é a alma do negócio em muitos casos.

Por exemplo.....*pessoa nem adora dar exemplos* Uma pessoa caminhando por uma estrada deserta, segurando seu violão em uma noite de chuva....ok...podemos trabalhar com isso. Mas daí vem a letra de auto-ajuda, que vai ficando cada vez pior até que a mesma pessoa encontre um céu ensolarado no fim do clipe. BOOORING......*ronca* Sério, amiga? Um céu ensolarado no final do clipe? Você pensou nisso sozinha? Um jóinha pra você.

Mas deixa eu voltar a fita e explicar *hoje to dando muita explicação ou nem?* porque eu falei de Oasis lá em cima. Vou contar. Falei de Oasis porque eu amo Franz Ferdinand. Cuma? O.o
Sim, eu amo. Acredito que seja minha banda ocidental favorita no momento. E ver o clipe de "Stand by me" do Oasis logo em seguida de "No you girls" do Franz foi uma das coisas mais broxantes que eu já senti na vida! Por que? Porque FF tem uma malícia de-li-ci-osa, enquanto Oasis tem uma pretensão insuportavelmente entediante.
.
De qualquer forma, os 3 minutos e 49 segundos de "No you girls" compensaram o dia...e ultimamente ando tão deprimida, que talvez o "no, you boys never care, oh no you boys never care..how the girl feels..." naquela voz absurdament sexy do Alex Kapranos seja o bastante pra compensar a semana inteira... alternativo de qualidade. XD
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PS: ah como eu queria incorporar o vídeo aqui....mas o blogger me odeia.... vai o link mesmo então... vale muito a pena...http://www.youtube.com/watch?v=25sBhhOR4lw


domingo, 23 de agosto de 2009

"Nesses verso tão singelo..."

Morar no interior tem suas vantagens..........hum....na verdade, não.

Mas de vez em quando eu encontro umas pérolas perdidas por aqui *e nao estou sendo sarcástica, morram de choque*..

Quando se cresce ouvindo "A tristeza do jeca" ou "O rei do gado" e se tem alguém ao seu lado te dizendo com uma veemência impressionante que aquilo é a melhor música possível de ser criada, algo muito forte é cultivado dentro da gente. Um certo "orgulho caipira", se é que eu posso chamá-lo assim. E que me emociona toda vez...e me faz lembrar de pessoas que já não tenho mais comigo.

Hoje senti muita falta do meu avô me dizendo que "Legião Urbana" era uma porcaria sem sentido e que eu tinha que ouvir Tião Carreiro e Pardinho "porque aquilo sim contava uma história de verdade". Sinto falta dele me dizendo isso....e da minha avó cantando "Marvada pinga" enquanto lavava a louça e me xingava pra valer porque eu não queria enxugar os pratos de jeito nenhum..

Sinto falta de ouvir Tonico e Tinoco na voz dessas pessoas que sempre me amaram incondicionalmente...

Mas sei que enquanto eu viver em Santa Bárbara d'Oeste *aka: terra da amizade*... poderei ouvir, ao vivo, canções que eu sei que agradariam o gosto honesto dessas pessoas queridas.

E a pérola a que me referi no início do post foi um show maravilhoso de Inezita Barroso que teve aqui na minha cidade e que me fez recordar o quanto eu já apreciei a moda de viola caipira quando era mais nova....

nunca é tarde pra se voltar às raízes... ;)



"cada toada representa uma saudade..." Tonico e Tinoco

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Top 5 no elevador

Demorei, mas voltei. *alguém perguntou?*

Estava com uma preguiça de proporções homéricas por esses dias... e pensar doía. Não que eu pense muito pra escrever nesse blog...*tosse*

Anyway....perambulando pelo Facebook (estou num período de desintoxicação do orkut >> não que esteja funcionando, oi), encontrei o seguinte desafio:


Pensar em 5 celebridades com as quais você gostaria de ficar preso num elevador...hum....que interessante.....

Confesso que tive uma certa dificuldade em selecionar apenas 5 *tosse*, já que eu queria bandas inteiras presas comigo em um elevador (e é fato que espaço restringido aumenta as possibilidades), mas por fim, consegui chegar a um consenso. Estou considerando, obviamente, que eu não vou passar muito tempo "conversando" com essas pessoas, já que se esse fosse o caso, a lista seria muito diferente! XD
E aí vai:

1º lugar - Isshi (vocal da banda Kagrra,)


Primeiro lugar porque ele é uma divindade asiática...>.< é simplesmente impossível pra um ser humano ter talento e beleza nessas proporções!

2º lugar - Reita (baixista da banda The GazettE)

Uma tara totalmente inexplicável. Gosto e não tenho nenhum motivo sensato pra isso.

3º lugar - Ruki (vocal da banda The GazettE)



MEU ÍCONE FASHION, OI. Quando crescer, quero ter metade do senso estético dele! *.*

4º lugar - Jay Kim (vocal da banda The Trax)


A voz mais doce que eu já ouvi na vida.

5º lugar - Nao ( baixista da banda Kagrra,)

Um músico extraordinário!


Olha só...agora que eu notei que só deu baixista e vocalista nessa lista *choque total...not.* ....Freud explica. XD

quinta-feira, 30 de julho de 2009

....foi isso que aconteceu? O.o


"i used to be the bright one

smart as a whip

funny how you slip so far

when teachers don't keep track of it"


"perfect fit" - the dresden dolls

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Fotinha random numa madrugada de terça


Porque o blog é meu e eu posto o que eu quiser! >.<


Ruki, vocalista da banda japonesa The GazettE