segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Logo ali
http://www.vertigem-avertigem.blogspot.com/
A temática do blog novo é outra (e qual era a desse aqui? O_0), mas espero que continuem acompanhando.
bjosmefollownotwitter ; )
eu provavelmente volto. xD
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Crescendo normal
Se vocês conseguem achar algum sentido no que eu escrevo (ou costumava escrever), e continuam pedindo por mais, é porque vocês (sim, você aí que, na falta de coisa melhor pra fazer, vem pra cá ler essas tontices) foram bem criados por seus pais!
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Pensando bobagem, here and there
domingo, 30 de maio de 2010
Odd pleasures

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Momento Tenso 0.O
sábado, 16 de janeiro de 2010
Ouvindo pop-rock e me odiando por isso

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Algumas palavras de sabedoria (ou não.)
Eu mal vi esse ano passar. Sério. Foi um ano relativamente tranqüilo (com exceção do último mês) e não posso dizer que será memorável nem nada do tipo. Não tive epifanias nem choques muito bruscos que me fizeram repensar a vida ou refletir sobre inutilidades existenciais. Ok, em um momento ou outro, confesso que senti a amargura da rejeição e falta de confiança que, por vezes, me ronda a mente. Mas nada que diferenciasse esse de qualquer ano anterior.
E como em todos os outros anos, eu não deixei de observar as pessoas à minha volta. Suas ações e seu comportamento. Não, eu não faço isso para julgá-las, porque se me propusesse a tal, teria que julgar a mim mesma, e não me sinto apta nem disposta a nenhuma dessas tarefas. Eu gosto de observar as pessoas pela capacidade que elas têm de se mostrarem tão fascinantes e surpreendentes (para o bem e para o mal). E principalmente, gosto de observá-las pra me encontrar nelas, em suas idéias e opiniões, suas revoltas e suas paixões, e em sua futilidade e ignorância. E tentar fazer algo a respeito.
Não gosto de pensar que me defino pelo que os outros pensam de mim, mas pelo que eu espero deles, observando as características boas e más de cada um e tentando incorporá-las ou rejeitá-las em minhas próprias atitudes. Em geral meus colegas e amigos me constituem mais, porque essas são as pessoas a quem me atenho mais tempo observando.
Observo, por exemplo, os que são simplesmente maníacos por análise, completamente incapazes de discutir uma cor de esmalte em toda sua frivolidade. E aprendo com eles. Aprendo também com os meus colegas insatisfeitos e reclamões, e os admiro por sua capacidade de adaptação mesmo conscientes (extremamente conscientes) da insignificância da aprovação alheia. Percebo amigos meus aceitando quietos suas obrigações, mas também os vejo lutando quietos por seus objetivos pessoais, sem alarde. E os respeito muito por isso. Observo os que são capazes de encontrar alegria e satisfação plenas em pequenos prazeres culposos. E os felicito. Os que mentem bem. Os que mentem mal. Os ausentes e fiéis. Os presentes e preconceituosos. Os virtuais, em toda sua magnitude e mistério, compartilhando seus conhecimentos e impressões sobre tudo e sobre nada.
Observo porque assim convivo melhor. Com cada um levando consigo uma parte de mim, enquanto eu levo comigo uma parte deles, mesmo que incoscientemente, mesmo que conformada. Cada um sendo exatamente quem é. O que nem sempre me agrada. Cada um me fazendo questionar o bom e o ruim a cada dia. Mudando minha concepção de belo e desprezível, de certo e de errado. A cada ano.
Feliz 2010 a vocês.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
*testando* 1,2,3... FIRE!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Selfish Love ;)

Maybe cos' it is.
domingo, 18 de outubro de 2009
Dead Girl
É aí que eu me pergunto, o que alguém, o que você seria capaz de fazer para apaziguar esse sentimento de abandono tão doloroso? Tão vergonhosamente doloroso? A que ponto chegaria? Você se agarraria a qualquer possibilidade de amor e atenção que lhe fosse apresentada? E se junto a essa possibilidade de ser amado e respeitado, a sensação de poder se mostrasse tão palpável que fosse simplesmente impossível dizer 'não'? O que você faria?
Muito difícil responder a essas perguntas sem as opções de apaziguamento devidamente apresentadas, não é mesmo?
Bem... é exatamente essa a situação a que dois adolescentes são expostos no bizarro (e ainda assim, brilhante) filme de 2008 “Dead girl”, que obviamente não chegou aos cinemas brasileiros, como quase tudo que é inovador e interessante, mesmo sendo absurdamente trash e imoralmente ousado. Retrato fiel da nossa geração, sem sombra de dúvidas.
É exatamente esse argumento (ou desculpa) não-dita o que leva os dois adolescentes a "manter" a garota meio-morta, cujo corpo já apresenta sinais de decomposição, como escrava sexual por tempo indeterminado durante as quase duas horas de filme. Como uma forma (talvez a única) de exercer a dominação que não lhes é permitida fora dos muros do hospital abandonado, o mundo real.
Chocante? Por incrível que pareça, nem tanto. De todos os filmes teens já assistidos pela minha pessoa (e foram muitos, acreditem) nunca me deparei com um que retratasse tão bem a necessidade dos jovens de hoje de buscarem válvulas de escape para suas frustrações, através de fugas para lugares no mínimo duvidosos, sem qualquer preocupação moral.
Apesar de em momento algum um mísero computador aparecer durante o filme, é simplesmente inegável a relação que podemos estabelecer entre esses dois adolescentes e a “garota morta” quando comparados com a relação pouco saudável que criamos com os universos virtuais a que a internet nos possibilita. Sermos outra pessoa, e mais importante, uma pessoa com poder, parece ser o objetivo principal no ambiente virtual, totalmente dominado por esses jovens, sem censura ou guia. Um pouco assustador, mas um retrato totalmente fiel do nosso desprezo pelos valores estabelecidos por nossos pais. E mesmo já não sendo mais uma adolescente, é estranho que eu ainda consiga sentir isso de maneira tão intensa.
Nossa geração é necessitada, essa foi a conclusão a que cheguei com “Dead girl”. Necessitada de atenção; egocêntrica e completamente desprovida de bom senso. Mas que adolescente não é? Você pode me perguntar. Esse egocentrismo de fato parece característica principal na vida de praticamente todos os jovens, independente da época em que nasceram. A diferença, porém, ao meu ver, está na forma como lidamos com essa carência e com o vazio e a frustração que a realidade nos traz na era da tecnologia e informação.
Nós somos a geração que estupra garotas zumbis pra se sentir melhor. E alguém acabou de se dar conta disso.
"Down here, we have the power..."
PS: obviamente que quem encontrou esse filme bizarro pela net foi a Patrícia, ela é um imã de coisas estranhas... hasuahsuhasuahs adoro. XD
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Miyavi - Live 13/10/09 - São Paulo

>> risca da lista de "Coisas a fazer antes de morrer".
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Babies, don't you panic!
TÉDIOOOO.....CAN YOU SHOW ME YOUR LATEST OBSESSION?
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Melancolia da madrugada

- É estranho.... que as estrelas pareçam tão bonitas...mesmo eu estando tão triste...
- Elas não enxergam nada...olhando pra baixo lá de cima... nós não passamos de minúsculos grãos de areia...
Me emociona profundamente toda vez que assisto, e toda vez que escuto essa passagem em particular (incluindo esse exato momento *2 e 15 da manhã*)... e é razão o bastante para que eu a indique...
Uma série de animação de sensibilidade absurda...
terça-feira, 15 de setembro de 2009
"Forever, my sensei"

domingo, 13 de setembro de 2009
E lá vai ela falar de Rocky de novo.....
O que eu mais desejo na vida é ser tão boa lutadora quanto Rocky Balboa e olhar pro meu adversário sem hesitar, gritando a plenos pulmões, mas com um tom firme, que as coisas não são tão ruins assim... mesmo que elas sejam.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Eu e meu vício alternativo XD
Toda vez que assito TVZ no Multishow *MTV já deu o que tinha que dar há tempos*, me sobe aquela vontade insana de descer a lenha em tudo quanto é banda metida a indie que aparece por aí. E quando elas entram no top 5 do dia então....aiiiinnn. #_#
E bem, eu gosto de pensar que tenho pelo menos uma noção básica do que pode ser considerado um alternativo de boa qualidade. E vamos combinar que o videoclipe é a alma do negócio em muitos casos.
Por exemplo.....*pessoa nem adora dar exemplos* Uma pessoa caminhando por uma estrada deserta, segurando seu violão em uma noite de chuva....ok...podemos trabalhar com isso. Mas daí vem a letra de auto-ajuda, que vai ficando cada vez pior até que a mesma pessoa encontre um céu ensolarado no fim do clipe. BOOORING......*ronca* Sério, amiga? Um céu ensolarado no final do clipe? Você pensou nisso sozinha? Um jóinha pra você.
domingo, 23 de agosto de 2009
"Nesses verso tão singelo..."

"cada toada representa uma saudade..." Tonico e Tinoco
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Top 5 no elevador



Um músico extraordinário!
quinta-feira, 30 de julho de 2009
....foi isso que aconteceu? O.o

segunda-feira, 27 de julho de 2009
Fotinha random numa madrugada de terça

Ruki, vocalista da banda japonesa The GazettE

